quinta-feira, 7 de julho de 2011

Quem sabe dar tempo ser alguma coisa (...)



O que a filosofia,  inteligência contemporânea,  e todo o mundo metafísico para os plebeus linchados pelo impacto social, não pode explicar, está a tona.
Será que as rochas, pedras, já não  Gemem ou Tremem?  Quando a liberdade que incendeia corações, e liberta cativos, pra tocarem e também libertarem será notória?
Às vezes o que tem pouco tem tudo de especial, é dessa forma que ratifica a religião, clericalismo, legalismo e ritualismo estabanado. Os servos não poderão se auto - enganar, o tempo todo, a qualquer hora serão despertados pelo que mais temem (Surpresos Queridinhos)
O conhecimento é tão raso, que por mais que seja claro, ainda é difícil fugir dele.
Não se contaminar, virou vitória, nessa sociedade sangrenta. Mas Passar a contaminar Tem que ser epidemia.
Não viver, mas do que é já é transparecido, mas do fruto de arvores grandes de raízes profundas.
O que é banal agora, quem são os melhores agora? De frente um pro outro até o da sarjeta vence (Palio á palio). Não é simplesmente, comprar um violão, mesclar erros, enrijecer o sorriso, é preciso ser original.
Dizer quem é certo, o mais treinado, e o que estragou o show por que é teimoso isso depois será trivial.
A cordialidade religiosa me dá náuseas, assim como os corações embrutecidos me dá azia, por não ceder alimento.
No dia (Grand final) Os soberbos virão como precedia a queda, mas nem vale mais. Não tem mais vale tudo, apostasia, Prorrogação. Só juízo, o amor do Juízo.